Resenhas

Resenha: Saintia Sho de Chimaki Kuori

28, jan, 2017 Laryssa

Título: Saintia Shô

Série: Saint Seiya Saintia Sho

Original: Masami Kurumada

Autora: Chimaki Kuori

Ano: 2016

Páginas: 192

Editora: JBC

Sinopse: Conheçam a história cativante das Saintias, a ordem dos Cavaleiros de Athena apresentada neste novo spin-off do universo Cavaleiros! O palco da história é a noite anterior da Guerra Galáctica. Saori finalmente decide aceitar o seu destino em ser a Deusa Athena e lutar contra o mal que tenta se apoderar do mundo. Aproveitando-se da distração causada pelo início do torneio, Éris, a Deusa da Discórdia, pretende invadir o Santuário. Mas a divindade maligna não contava com as Saintias, uma tropa de elite formada apenas por mulheres que servem diretamente Athena!

Shoko já é uma adolescente, treina vorazmente no dojo do pai a espera da irmã, que foi aceita há cinco anos atrás em uma escola para pessoas superdotadas. Apesar de sentir muita falta de Kyoko, ela tenta não desanimar. Certo dia ela descobre que Saori Kido herdeira da fundação Graad (a escola que levou Kyoko) frequenta a mesma escola que ela, decidida a descobrir porque depois de cinco anos ela não pode ao menos saber notícias da irmã ela ruma até a sala especial no último andar da escola, com intuito de interpelar a jovem herdeira. É nesse momento que o pátio da escola é atacado e Shoko percebe que todos na escola cairam em sono profundo, menos ela.

Shoko é teimosa e “moleca”, não entende a ausência da irmã e fica revoltada com toda a situação. Ao mesmo tempo se dedica nas artes marciais e nos estudos para estar a altura de Kyoko quando esta voltar.

Foi ótimo ver Saori novamente, e em outra esfera de pessoas, apesar de ter a mesma personalidade (e foi bem fidedigna, e isso é incrível por que a autoria não é original), eu consegui simpatizar um pouco mais com ela (eu assistia Cavaleiros do zodíaco entre 5 e 10 anos de idade, e já não tinha paciência com Athena naquela época). Achei Kyoko muito parecida com Saori, e um pouco sonsa demais para o meu gosto. Mii foi uma ótima introdução, de caráter forte – é divertido ver sua ironia e fidelidade.

Capa, Arte e Finalização: A capa é bem padronizada, e vou te dizer que quando recebi o mangá só olhei para o rosto de Shoko e imaginei que era um homem. A arte é bem feita, mas acho que é o ponto que mais difere da obra original, não por ser malfeita, etc… Mas por ter um traçado detalhado e delicado, background de profundidade e efeitos de impressão (sabe aquele detalhes que nos fazem ter diferentes sensações durante a leitura). Por isso tudo o mangá me parece muito feminino, e era essa, acredito, justamente o toque que Chimaki queria dar a obra.

Concluindo: Apesar de ser uma história conhecida, comecei a leitura sem expectativas, e fui brindada por uma leitura agradável, um começo promissor.

Imagens:

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Obs: Por motivos de qualidade, as imagens acima foram retiradas da internet.